Investigações sobre fake news devem gerar novas leis

Redação IBEGESP

28 maio 2020

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Investigações sobre fake news devem gerar novas leis

Investigações sobre fake news devem gerar novas leis

STF, Câmara, Senado e CPMI apontam grandiosidade da organização criminosa de fake news 

 

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A tão comentada investigação da Polícia Federal que aconteceu ontem, 27/05, para apurar ações de assédio virtual e disseminação de fake news repercutiu em diversas instituições. No Senado, por exemplo, um expressivo grupo de parlamentares defendeu a criação de uma legislação específica sobre o assunto. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, chegou a marcar para a próxima semana a votação do Projeto de Lei nº 2.630/2020 que propõe uma Lei de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. 
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Já a Câmara dos Deputados reagiu ao acontecimento apontando a responsabilidade de plataformas digitais que veiculam notícias falsas. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que é necessário criar um marco legal que impeça, para além do ataque às pessoas e instituições democráticas, o abuso tecnológico.
A relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito das Fake News, Lídice da Mata (PSB-BA), salientou a existência deste abuso tecnológico e ressaltou o fato de que há uma rede financiada por determinados grupos empresariais para espalhar notícias falsas e influenciar resultados eleitorais. 
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O gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes (responsável por autorizar as diligências levadas a cabo pela Polícia Federal) também reafirmou a existência de uma grande organização criminosa responsável por disseminar fake news. Na nota do gabinete afirma-se que além do ataque à dignidade humana, tal organização confronta o próprio Estado de Direito e alcança diariamente milhões de brasileiros. 
 
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Diante destes acontecimentos, é ainda mais importante que os gestores públicos se informem em portais oficiais e de confiança. Pensando nisso, o Radar IBEGESP preparou algumas dicas para você verificar se o local em que acessa informações é confiável. Clique aqui e confira!
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Fonte: Redação IBEGESP
Fonte Complementar: Senado Notícias