Regime escalonado é preferência para maioria dos servidores federais

Redação IBEGESP

06 novembro 2020

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Regime escalonado é preferência para maioria dos servidores federais

Regime escalonado é preferência para maioria dos servidores federais

Pesquisa mostrou que volta ao trabalho presencial ainda é vista com receio

 

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Para 57% dos servidores públicos federais o retorno do trabalho presencial ainda é visto com receio. Isso é o que aponta os dados da pesquisa “Retorno seguro ao trabalho presencial”, realizada pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), em parceria com Banco Mundial e Ministério da Economia (ME), entre agosto e setembro de 2020, em que 42.793 servidores responderam voluntariamente ao questionário.

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Com perguntas voltadas ao impacto da Covid-19 na vida pessoal e profissional dos servidores federais, a pesquisa foi aplicada nos 19 órgãos públicos, em 27 unidades da Federação e nos três níveis de governo. Conforme os resultados, grande parte do efetivo tem ressalvas sobre o retorno presencial:

  • 5% preferem não trabalhar remotamente quando o trabalho presencial for retomado
  • 12% se sentiriam confortáveis em retornar ao trabalho em regime de tempo integral
  • 35% estariam dispostos a voltar, mas com escala rotativa ou alternativa
  • 38% dos servidores seriam totalmente contra o retorno ao trabalho presencial
  • 44% deles desejam ter a opção de trabalhar remotamente em tempo integral
  • 57,4% aceitariam retornar ao local de trabalho em uma abordagem escalonada, ou seja, turnos alternados ou dias presenciais decididos pela organização

Conforme informações da pesquisa, em relação à saúde e segurança no local de trabalho, o protocolo que os servidores esperam que seja adotado deve contemplar, prioritariamente, desinfecção constante das áreas de trabalho e áreas comuns, distanciamento social, horário flexível e aferição de temperatura.

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A questão do retorno presencial, horário flexível e home office durante a pandemia tem sido tema de muitos artigos nossos, clique aqui e veja o que já publicamos e que poderá colaborar na questão do seu home office, enquanto a retomada ainda está em discussão.

 

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Fonte: Redação IBEGESP

Fonte Complementar: Gov.br